Como Recuperar conta do Orkut Hackeada

Postado por Geriel Barros sábado, 12 de setembro de 2009 0 comentários





Aprenda 2 truques para recuperar sua senha da conta do Orkut hackeada. E evite que hackers de invadir seu orkut.

O Google adota uma única conta: um login e uma senha que vão servir para o Orkut, o mesmo que vão servir para o Gmail e o mesmo que vai servir para o Blogger. Imagine o que aconteceria se alguém conseguisse hackear sua conta?

Portanto o melhor jeito de recuperar sua conta do Orkut e não deixá-la ser hackeada. Você pode fazer isso criando uma senha não relacionada a orkut-logo-hackear-senha-hackeadanada familiar, como uma seqüência de números e palavras aleatórias.

Jaco Pastorius - Uma Lenda do contrabaixo

Postado por Geriel Barros domingo, 6 de setembro de 2009 2 comentários



Jaco Pastorius (John Francis Anthony Pastorius III, 1951-1987) foi um baixista de jazz. É considerado por muitos como um dos mais influentes baixistas de todos os tempos.
John Francis Anthony Pastorius III veio ao mundo no primeiro dia de Dezembro do ano de 1951.
Primeiro dos três filhos do casal John Francis Pastorius II, que era baterista e Stephanie Katherine Haapala,nasceu na verdade, ao contrário do que divulga-se, no estado da P
ensilvânia.

Conheça o Twitter!

Postado por Geriel Barros sábado, 22 de agosto de 2009 0 comentários

Aqui vc vai aprender a usar o twitter ...e quando vc criar sua conta não esqueça de seguir @WebDicas e @alliens07...



Se você fica "boiando" quando alguém fala em "Twitter", e sempre quis saber que diabos é isso,
hoje você não só vai saber o que é como também vai aprender a usá-lo e conseguir vários seguidores!

O Twitter nasceu há aproximadamente 3 anos, quando @Jack, @Biz, @Noah, @Crystal, @Jeremy, @Adam, @TonyStubblebine , @Ev, @Dom, @Rabble, @RayReadyRay, @Florian, @TimRoberts e @Blaine trabalhavam em uma empresa chamada Odeo Inc. localizada em South Park, San Francisco. A empresa estava passando por maus bocados pois sofriam uma brutal concorrência da Apple e outros pesos pesados da informática. Em virtude disso, a diretoria adotou a estratégia de “reinventar a empresa”.

System Of A Down

Postado por Geriel Barros quarta-feira, 12 de agosto de 2009 1 comentários


Em pouco mais de uma década de existência, o System Of A Down já provou que sua proposta inicial estava correta: nem tudo na música já foi feito. E a criatividade aliada à inteligência e à forte personalidade. Peso levando a inquietude do rock à máxima potência.





O System Of a Down é uma banda californiana formada pelo quarteto de descendentes de armênios Serj Tankian (vocal), Shavo Odadjian (baixo), Daron Malakian (guitarra) e John Dolmayan (bateria). Em 1993 a banda começou a surgir de um encontro acidental de dois de seus membros, Serj e Daron, em um estúdio onde cada um ensaiava com sua própria banda. Eles logo perceberam que tinham muitos interesses musicais em comum e montaram a banda Soil. Shavo e John se juntaram aos outros membros em encontros por causa de aparições da banda na comunidade armena ou em clubes da região e finalmente surgiu o System Of A Down.

Um amigo do produtor Rick Rubin (que havia trabalhado com Slayer, Red Hot Chilli Peppers e outras bandas) levou-o até um dos shows do Soil e ele, empolgado com a banda, conseguiu um contrato com a American Recordings para produzir o primeiro álbum, auto-intitulado, em 1998. O debut foi certificado disco de platina nos Estados Unidos pela vendagem superior a um milhão de cópias.

Os vocais são poesia abstrata apimentada por questões políticas e religiosas; e a parte instrumental de um rock pesado, irônico e solto das amarras dos compassos fizeram com que o System Of A Down rapidamente se destacasse. Em 2001 foi a vez de Toxicity ser lançado. O álbum simplesmente estourou no mundo todo e vendeu mais de seis milhões de cópias. Estreando em primeiro lugar nas paradas da Billboard, ainda gerou quatro singles que foram número um nas paradas americanas.

O sucesso mundial foi tão grande que em 2002 eles lançaram o Steal This Album com 16 músicas que eram sobras de estúdio. Esse álbum vendeu mais de dois milhões de cópias no mundo todo e seu single principal “Boom!” que fazia críticas abertas a política de George W. Bush foi um hit do movimento anti-guerra.

Após uma extensa turnê, a banda entrou em estúdio novamente e lançou em 2005 o álbum Mezmerize. As músicas são mais complexas, mais progressivas e mais experimentais do que nunca, enquanto reiteram a ironia e esquizofrenia de sua música. Os temas incluem relacionamentos, os demônios da televisão e das corporações de controle da mente, os mistérios da vida e da morte e a experiência surreal de um jogo de baseball. Em novembro de 2005, eles lançaram a continuação do trabalho, com um outro disco: Hypnotize.

VIA: vagalume.uol

Banda Esnof Hc

Postado por Geriel Barros domingo, 9 de agosto de 2009 3 comentários


Contendo Leond no vocal, Rafinha e Jeff nas guitarras ,Allan no baixo e
Bitinha na bateria.A esnof hc demonstra toda sua atitude e expressão com letras sinceras e um ritmo empolgante.
fazendo assim com que seja diferente o seu modo de pensar e agir.






Formada no final de 2007,a banda Esnof hc vem procurando o seu lugar na cena punk hard core do estado de ceará .tocando um som autoral ,e com influências de bandas dentro do estilo hardcore skate punk. a esnof hc grava o seu primeiro cd demo "meu skate é hardcore".


Download "meu skate é hardcore"

Click na imagem e baixe o cd


Sites Relacionados

bandasdegaragem

www.bandasdegaragem.com.br

myspace

www.myspace.com/bandaesnofhc

Contatos

88 88155066.Leond

esnofhc@hotmail.com

The Clash

Postado por Geriel Barros sábado, 8 de agosto de 2009 0 comentários


The Clash foi um grupo de punk rock britânico que durou de 1976 até 1985. Uma das bandas mais aclamadas pela crítica da época, o The Clash foi famoso por seu alcance musical (incorporavam ska, reggae, rockabilly, e eventualmente muitos outros estilos musicais em seu repertório), por demonstrar uma sofisticação lírica e política que os distinguia da maioria de seus companheiros no movimento punk, e por suas explosivas performances ao vivo.





Formado originalmente por Joe Strummer - vulgo John Mellor - (vocais, guitarra rítmica), Mick Jones (vocais, guitarra), Paul Simonon (baixo e vocais), Keith Levene (guitarra guia) e Terry Chimes - creditado no primeiro LP como “Tory Crimes” - (bateria), o Clash foi formado em Londres em 1976 durante a primeira leva do punk britânico. Strummer fazia parte dos The 101ers e Jones e Simonon da lendária banda de proto-punk London SS. Por influência do empresário Bernie Rhodes, Levene e Simonon recrutaram Strummer. Estava formado o Clash.

Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de 5 shows abandonou o grupo sob circustâncias ambíguas.

Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto (“White Riot”) e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.

The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das músicas eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”.

Seu álbum seguinte, Give ‘Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de música, os Estados Unidos.

Assim como a maioria das primeiras bandas punk, o Clash protestava contra a monarquia e a aristocracia no Reino Unido e ao redor do mundo. Mas ao contrário dessas primeiras bandas punks, o Clash rejeitou o sentimento dominante de niilismo e anarquismo. Ao invés disso, eles se solidariezaram com diversos movimentos de libertação da época. Sua visão política era expressada explicitamente em seus versos, como em “White Riot”, que encorajava jovens brancos a entrarem para organizações libertárias de negros.

Certa vez, em 1977, durante um show da ‘’Love Music Hate Racism’’ organizada pela Liga Anti-Nazismo, Joe Strummer vestiu uma polêmica camiseta com as palavras ‘’Brigate Rosse’’ e o emblema da facção Baader-Meinhof estampadas no centro. Ele declarou posteriormente que usou a camiseta não para apoiar os terroristas, mas para chamar atenção à sua existência. Ainda assim, ele se arrependeu depois do show, o que o levou a compor a canção “Tommy Gun”, renunciando à violência como um meio de protesto.

O The Clash também apoiava o IRA e o PLO, e, posteriormente, o Sandinista e outros movimentos marxistas da América Latina, além de estarem envolvidos diretamente com a polêmica Liga Anti-Nazismo e o Rock Against Racism. Eles são geralmente creditados por fundar as bases do punk rock no protesto liberal.

’Give ‘Em Enough Rope’’ foi o primeiro álbum do Clash lançado nos E.U.A., e para divulgá-lo a banda organizou uma turnê norte-americana em 1979. Seu primeiro álbum só sairia ali em julho de 1979, então em versão drasticamente revisada e editada da lançada anteriormente.

O sucesso de crítica e de vendas do Clash nos Estados Unidos veio apenas com ‘’London Calling’’, álbum duplo lançado em 1979 (pelo preço de um simples, por exigência da banda) e considerado até hoje um dos maiores discos de “rock” de todos os tempos. Clássico absoluto, London Calling tem o mérito de mesclar, com extrema eficiência, ao punk estilos completamente díspares como reggae, ska, jazz, disco, rockabilly, R&B e pop. A raivosa faixa-título e o poderoso funk “Train in Vain” tornaram-se singles de sucesso nos charts americanos.

A seguir veio ‘’Sandinista!”, álbum triplo pelo preço de um duplo, lançado no final de 1980. A banda continuou seus experimentos com o reggae e o dub, se expandindo em direção a outras técnicas de produção e estilos musicais, que incluíam jazz e hip-hop. O resultado confundiu os novos fãs e as vendas caíram, embora tenham se saído melhor nos E.U.A. Depois do lançamento de ‘’Sandinista!’’, o Clash entrou em sua primeira turnê mundial, visitando países da Ásia e da Oceania.

Em 1982, a banda retornou com o mais vendido de seus álbuns, ‘’Combat Rock’’, apresentando os sucessos “Rock The Casbah” e “Should I Stay Or Should I Go?”.

Os sintomas aparentemente passaram despercebidos com o sucesso de ‘’Combat Rock’’, mas depois deste álbum o Clash começou lentamente a se desintegrar. Topper Headon foi demitido devido à problemas com drogas, e o baterista original da banda, Terry Chimes, foi chamado de volta para a turnê seguinte. Depois da turnê ‘’Combat Rock’’ de 1982 ele saiu do Clash, convencido de que o grupo não duraria muito tempo com todas as brigas e desentendimentos. Em 1983, depois de uma longa busca por um novo baterista, Pete Howard foi recrutado e tocou com a formação original em alguns shows nos Estados Unidos.

Em setembro de 1983, Strummer e Simonon expulsaram Jones da banda, citando seu comportamento problemático e divergências musicais. Depois de uma série de testes, a banda contratou Nick Shepperd e Vince White, ambos com 23 anos, como seus novos guitarristas. Eles voltaram a se apresentar em janeiro de 1984, e no final do mesmo ano anunciaram que um novo disco estava a caminho.

As sessões de gravação deste novo álbum foram decepcionantes, com o empresário Bernie Rhodes recusando o talento considerável de Howard em favor de uma bateria eletrônica, alterando drasticamente os arranjos das músicas e baseando o som da banda em sintetizadores.

Desiludidos com o álbum, Strummer levou o Clash para viajar pela Inglaterra e Escócia, tocando de graça em esquinas e bares. O grupo apresentou seus últimos shows em 1985. Enquanto isso, ‘’Cut The Crap’’ era lançado, sendo bombardeado pelas críticas e sofrendo vendas pífias.

Joe Strummer atuou em alguns filmes, gravou trilhas sonoras e tocou com algumas bandas de sucesso limitado. No final dos anos 90, ele reuniu um grupo chamado The Mescaleros, assinando com o selo punk Hellcat Records e lançando um álbum chamado ‘’Rock Art and the X-Ray Style’’. A banda passou a fazer turnês pelos Estados Unidos e Inglaterra, tocando, além de suas músicas, sucessos do Clash e clássicos do reggae. Em dezembro de 2002, Strummer morreu subitamente, vítima de um ataque cardíaco. Ele tinha 50 anos. O álbum do Mescaleros em que ele estava trabalhando, ‘’Streetcore’’, foi lançado postumamente em 2003, sendo aclamado pela crítica.

Depois do fim do The Clash, Paul Simonon entrou para um grupo chamado Havana 3AM, que gravou somente um álbum no Japão e se separou. Posteriormente Simonon voltaria às suas raízes de artista visual, organizando várias galerias de arte. Sua relutância em voltar a tocar foi citado como a principal razão de o Clash ter sido uma das poucas bandas punks britânicas dos anos 70 que não se aproveitou da febre de nostalgia punk que assolou o final dos anos 90 para tentar relançar a carreira.

Depois de ser despedido do Clash, Topper Headon seguiu sem rumo com seu vício em heroína. Ele formou uma banda de jazz que durou pouco tempo. Até a gravação do documentário de Don Letts sobre o Clash, ‘’Westway To The World’’, Headon tinha sumido do mundo da música. Atualmente ele está limpo e continua a tocar. Foi em um de seus shows que ele ficou sabendo da morte de Joe, e em 2003 ele anunciou que tocaria em tributo a seu antigo companheiro de banda.

VIA: lastfm.com.br

Parceiros

title
Title

Description

title
Title

Description

title
Title

Description

title
Title

Description

title
Title

Description

title
Title

Description

Rapidinhas

Video da semana

Colunas